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Acineta erythroxantha |
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| Familia: | Orchidaceae |
| Subfamilia: | Epidendroideae |
| Tribo: | Cymbidieae |
| Subtribo: | Stanhopeinae |
| Genero: | Acineta (Orchidaceae) |
| Espécie: | Acineta erythroxantha Rchb.f. (1854) |
O nome |
Acineta erythroxantha - Seu nome deriva da palavra grega ακίνητος (akinetos), que significa "imóvel", em decorrência do labelo de suas flores ser firmemente grudado à coluna, de forma não articulada. A primeira descrição deste gênero foi feita por Humboldt, Bonpland e Kunth, em 1816. |
Ocorrência |
Ocorrem no México, Equador, Peru, Venezuela e Colombia, normalmente em elevações de 800 a 2.000 metros, sempre em florestas húmidas. São epífitas e ocorrem ocasionalmente, como rupícolas, em barrancos pedregosos escarpados. |
Aspecto vegetativo |
Apresentam grandes pseudobulbos ovais, inicialmente guarnecidos por bainhas, com folhas coriáceas ou subcoriáceas apicais igualmente grandes, multinervuradas e similares às de Lycaste. A inflorescência é basal pendente, bastante longa, com muitas flores similares as descritas em Peristeria e Stanhopea. |
Flor |
Acineta erythroxantha, 'Merceditas',com um AM (87 pontos) e a Acineta erythroxantha, 'PittiPat', com um HCC (78 pontos). |
Perfume |
As flores apresentam perfume suave. |
Pragas e doenças |
Como as orquídeas em geral, são sujeitas ao ataque de cochonilhas, pulgões e ácaros. O combate pode ser feito, preventivamente, através de pulverizações periódicas dos inseticidas normais encontrados nas melhores casas do ramo. |
Cultivo |
Devem ser cultivadas em clima frio, de preferência em cachepôs de madeira, com aberturas largas no fundo, porquanto as hastes florais, carregando inúmeras flores, aparecem de forma pendente. |
Híbridos |
Raramente usadas para hibridação. |

(Reichenbachia)
(foto de Patricia Harding)
Texto: Fernando Setembrino Márquez de Almeida
Revisão e colaboração: Carlos Eduardo M. Carvalho
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