Sinônimos:
Cattleya lemoniana Lindley
Epidendrum labiatum Reichenbach f.
Cattleya labiata vera Veitch
Cattleya labiata var. autumnalis Linden
Cattleya warocqueana Linden ex Kerchove
Cattleya labiata var. warocqueana Rolfe
Cattleya labiata var. genuina Stein

Referência bibliográfica:
Cattleya labiata Lindley, A Rainha do Nordeste. João Paulo de Souza Fontes, Ed. Europa.
Cattleya labiata Lindley - Orquídeas Brasileiras. L. C. Menezes, Ed. Ibama.
Cattleya labiata Lindley,Variações Morfológicas em Labelos. Luiz de Araujo Pereira.


É, ao lado de Laelia purpurata, uma das grandes preferências dos cultivadores brasileiros.


Origem Nordeste brasileiro, com principal ocorrência nos estados de Ceará e Pernambuco, mas, também, em Alagoas e Paraíba.
Hábito vegetativo e forma de crescimento Vegeta nos brejos de altitude, a partir de 300 m acima do nível do mar, como epífita e rupícola. Simpodial. Em geral unifoliada
Período de floração De novembro até abril, com maior ocorrência em março.
Luz Muito abundante, com, pelo menos, 70% de luminosidade no ambiente de cultivo.
Clima Os brejos de altitude do Nordeste, onde a planta vegeta, têm queda acentuada de temperatura à noite e bastante neblina ao alvorecer, com fortes precipitações de chuva, em geral nos finais de tarde de verão.
Umidade relativa do ar e
rega
Elevada. Rega abundante no período de crescimento de broto novo. Precisa secar entre duas regas.
Substrato e plantio Deve ser plantada ou replantada durante ou após a floração, quando começa a formar novos bulbos e a soltar raízes novas. Deve dar-se preferência de replante quando as raízes novas tenham no máximo 2 cm, para evitar danos.
Podem ser divididas em conjuntos de 3 ou quatro bulbos para não interromper a floração do ano seguinte.
Os substratos preferidos são fibra de xaxim, coxim ou fibra de coco. Pode ser cultivada em brita fina com um pouco de musgo.
Prefere vasos de barro.
Fertilização Abundante no período de crescimento, que se estende de julho/agosto em diante. É, contudo, benéfico fertilizar durante todo o ano.
Flores Pelo menos duas por bulbo, apicais, grandes e muito perfumadas.
Híbridos Desde sua introdução em floricultura, nos idos de 1820, no século 19, tem participado de praticamente todos os híbridos de Cattleya de flores grandes. A Sander List indica mais de 12.000 híbridos criados a partir de C. labiata.
Pragas e doenças Muito sujeita e sensível a cochonilhas, pulgões, sofrendo ataques de outras pragas como tripes, tentecoris, larvas, além de lagartas e gafanhotos. Sofre, também, de bacterioses e fungoses, além de viroses.
Por isto é difícil de cultivar em estufa, já que é muito exigente de cuidados, enquanto que na natureza é muito resistente, desenvolvendo grandes touceiras".

 
 
 
Cattleya labiata 'Duch'
 
Cattleya labiata 'Helena x Nomura'

Cattleya labiata 'Fraga'




Desenho de 1860, no álbum de John Day, Scrapbooks
Este manuscrito e desenho pertencem aos
arquivos do Jardim Botânico inglês, Kew Gardens



Cattleya labiata Flagstad

Cattleya labiata
Fowleyana

Cattleya labiata "La vie en rose"


  Cattleya labiata Serra Negra


Créditos:

Cattleya labiata 'Duch', cultivo e foto de Raimundo Mesquita
Cattleya labiata 'Helena x Nomura', cultivo e foto de Raimundo Mesquita
Cattleya labiata 'Fraga', cultivo e foto de Raimundo Mesquita
Cattleya labiata Flagstad, cultivo e foto de Carlos Keler
Cattleya labiata Fowleyana, cultivo e foto de Carlos Keler
Cattleya labiata "La vie en rose", cultivo e foto de João Paulo de Souza Fontes
Cattleya labiata Serra Negra, cultivo e fotos de Álvaro Pessoa.



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